A indústria de saúde no Brasil e os desafios das lideranças

A expressiva participação do setor privado no financiamento dos gastos com saúde no Brasil (4,83% do PIB contra 4,07% do setor público) – dados do Banco Mundial – e o cenário econômico mais provável para os próximos anos, tem exigido das organizações que operam neste mercado, uma postura pragmática e eficiente com ações concretas convergentes para:

  • Atendimento qualificado e humanizado;
  • Absoluta seletividade nos gastos;
  • Aumento contínuo da produtividade;
  • Redução das perdas visíveis e invisíveis; e
  • Obsessão por controle e redução de custos.

Este comportamento , essencial para a sobrevivência neste mercado, traz grandes desafios, dentre os quais:

  • Fazer mais com menos;
  • Alinhar as metas, projetos e ações estratégicas de cada negócio, integrando-os para a geração de riqueza;
  • Simplificar os processos, tornando-os um centro de criação de riquezas;
  • Utilizar intensamente os recursos existentes, sejam eles materiais e imateriais, inclusive as redes sociais;
  • Ter uma liderança altamente competente e comprometida. O comprometimento passa por todos conhecerem os seus desafios, metas e ações estratégicas para alcance das metas; e
  • Criar e operacionalizar “alianças” com todos os stakeholders, com “mentalidade integradora” para se alcançar resultados superiores.